O Diário do Viajante: fotografia, escrita e partilha
Participar no Conversas AFundo do Race Flag Podcast foi uma oportunidade para partilhar um pouco daquilo que me move: a vontade de explorar, a curiosidade por descobrir novos caminhos e a forma como as viagens de mota acabaram por se tornar parte natural do meu dia-a-dia.
No episódio falei sobre o meu percurso profissional – que começou na engenharia e passou pela programação, design e fotografia – e como tudo acabou por convergir no Diário do Viajante, onde guardo memórias, viagens e histórias dos locais que visito.
Ao longo da conversa expliquei como comecei a viajar de mota, das pequenas voltas às primeiras aventuras fora de Portugal, e como cada viagem me ensinou algo novo.
Desafios que ensinaram
Partilhei episódios marcantes, desde perceber o quanto estava dependente de um telemóvel que deixou de funcionar enquanto estava sozinho numa cabana no topo do Vršič Pass, na Eslovénia, até improvisar em países onde a realidade é totalmente diferente da nossa. Houve também espaço para falar do meu processo de planeamento – ou, muitas vezes, da liberdade de não planear – para manter a espontaneidade que torna cada viagem única.
Além das histórias, houve tempo para refletir sobre o que andar de mota representa para mim: liberdade, foco e aquela forma especial de sentir o mundo com mais intensidade.
Partilhei ainda algumas dicas práticas para quem quer começar a viajar e revelei alguns dos destinos que ainda guardo na lista de desejos.
Se há uma coisa que digo sempre: não adiar
Há sempre desculpas para esperar pelo “momento perfeito”, e muitas vezes esse momento não chega.
Viajar é, acima de tudo, uma questão de vontade. Se existe esse desejo, não esperem pelo “momento perfeito”. Comecem por viagens mais pequenas, aprendam com cada viagem e construam uma forma de viajar que funcione para ti – seja sozinho, em grupo, de avião ou em duas rodas. A estrada ensina mais do que um mapa.
Viajar é, acima de tudo, uma questão de vontade. Se existe esse desejo, não esperes pelo timing ideal. Começa por viagens mais curtas, aprende com cada volta e constrói uma forma de viajar que funcione para ti – seja sozinho, em grupo, em quatro ou em duas rodas. A estrada ensina mais do que um mapa.
Se quiseres acompanhar a conversa completa, o vídeo está aqui no artigo – espero que te inspire a sair mais vezes para a estrada.
Não queria terminar o artigo sem deixar também um agradecimento ao Diogo pelo convite e pela conversa descontraída. Foi um prazer partilhar estas histórias e trocar ideias sem pressas, como se estivéssemos numa pausa de estrada. Obrigado pela oportunidade e pelo espaço para falar sobre aquilo que realmente me move.